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Direito da Família: Casamento, União de Facto e Filiação
Direito · 12.º Ano · Direito Civil: Pessoas, Família e Obrigações · 2.º Período

Direito da Família: Casamento, União de Facto e Filiação

Estudo das relações familiares no Código Civil português: casamento (civil e católico), união de facto, divórcio, filiação biológica e adotiva.

Em síntese:O Direito da Família em Portugal evoluiu drasticamente nas últimas décadas, refletindo as mudanças sociais. Neste tópico, os alunos estudam as formas de constituição da família: o casamento (civil e católico), a união de facto e a filiação. Analisamos os efeitos jurídicos de cada uma destas formas e as regras para a sua dissolução, como o divórcio.

Aprendizagens EssenciaisDGE: Secundário - Direito da FamíliaDGE: Secundário - Direitos da Pessoa

Sobre este tópico

O Direito da Família em Portugal evoluiu drasticamente nas últimas décadas, refletindo as mudanças sociais. Neste tópico, os alunos estudam as formas de constituição da família: o casamento (civil e católico), a união de facto e a filiação. Analisamos os efeitos jurídicos de cada uma destas formas e as regras para a sua dissolução, como o divórcio.

Um foco importante é a igualdade entre cônjuges e a proteção dos filhos, independentemente de terem nascido dentro ou fora do casamento ou de terem sido adotados. Este tema toca diretamente na realidade dos alunos e das suas famílias, tornando-se um espaço privilegiado para discutir a evolução dos costumes e a resposta do Direito a novas realidades, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Questões-Chave

  1. Que diferenças jurídicas existem entre casamento e união de facto em Portugal?
  2. Como se constitui a filiação e que direitos os filhos têm independentemente da forma como nasceram?
  3. Como evoluiu o regime do divórcio em Portugal nas últimas décadas?

Atenção a estes erros comuns

Erro comumA união de facto é exatamente igual ao casamento após dois anos.

O que ensinar em alternativa

Embora existam muitos direitos comuns (fiscais, segurança social), há diferenças cruciais, especialmente em termos sucessórios (herança) e na forma como se dissolve a relação. O uso de tabelas comparativas ajuda a clarificar estas nuances.

Erro comumOs pais podem decidir tudo sobre a vida dos filhos até aos 18 anos.

O que ensinar em alternativa

O poder paternal foi substituído pelas 'responsabilidades parentais', que devem ser exercidas no interesse do filho. À medida que a criança cresce, o seu direito a ser ouvida e a sua autonomia devem ser respeitados pela lei.

Ideias de aprendizagem ativa

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Perguntas frequentes

Quais são os requisitos para a união de facto em Portugal?
A união de facto exige que duas pessoas vivam em condições análogas às dos cônjuges há mais de dois anos, independentemente do sexo. Prova-se habitualmente através de atestado da junta de freguesia ou declaração fiscal comum.
O casamento católico tem valor jurídico?
Sim. Em Portugal, o casamento católico produz efeitos civis automáticos após o registo, devido à Concordata entre Portugal e a Santa Sé. No entanto, para o Estado, as regras de dissolução (divórcio) aplicam-se igualmente.
Como abordar temas sensíveis como o divórcio na sala de aula?
Foque-se na perspetiva jurídica e nos direitos das crianças. Use simulações de mediação onde o objetivo é encontrar soluções práticas e justas, o que retira o foco do drama pessoal e o coloca na aplicação da lei e na resolução de problemas.
O que é o 'superior interesse da criança'?
É o princípio orientador de todas as decisões judiciais relativas a menores. Significa que, acima dos desejos dos pais, o tribunal deve decidir o que melhor garante o bem-estar físico, emocional e educativo da criança.
Edited by Adriana Perusin, Editor-in-Chief, Flip Education