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A Série como Forma de Investigação
Desenho A · 11.º Ano · Expressão Pessoal e Séries · 3.º Período

A Série como Forma de Investigação

Os alunos exploram a série (conjunto de obras com tema, técnica ou linguagem comum) como modo de aprofundar uma pesquisa pessoal e coerente.

Em síntese:A série como forma de investigação é um conceito fundamental para o desenvolvimento da autonomia artística no final do 11.º ano. Em vez de desenhos isolados, os alunos são desafiados a produzir um conjunto de obras que partilham uma coerência temática, técnica ou formal. Este processo permite aprofundar uma ideia, explorando variações e evoluções que um único desenho não permitiria.

Aprendizagens EssenciaisDGE: Secundário - SériesDGE: Secundário - Investigação em Arte

Sobre este tópico

A série como forma de investigação é um conceito fundamental para o desenvolvimento da autonomia artística no final do 11.º ano. Em vez de desenhos isolados, os alunos são desafiados a produzir um conjunto de obras que partilham uma coerência temática, técnica ou formal. Este processo permite aprofundar uma ideia, explorando variações e evoluções que um único desenho não permitiria.

Este tópico prepara os alunos para o projeto pessoal do 12.º ano e para o ensino superior. A série incentiva a persistência e a pesquisa sistemática. Através da análise de séries de artistas (como as 'Catedrais' de Monet ou as séries de Paula Rego), os alunos compreendem como a repetição e a variação são ferramentas poderosas de exploração visual. O trabalho em ateliê, com momentos de partilha e balanço, é essencial para manter a coerência do conjunto.

Questões-Chave

  1. O que distingue uma série de uma coleção avulsa de desenhos?
  2. Que coerência interna mantém uma série?
  3. Que séries de artistas portugueses ou estrangeiros conhecemos?

Atenção a estes erros comuns

Erro comumAchar que uma série é apenas desenhar a mesma coisa várias vezes da mesma maneira.

O que ensinar em alternativa

Uma série implica evolução e exploração. É preciso explicar que a série deve mostrar um progresso ou uma investigação de diferentes aspetos de um mesmo problema, evitando a estagnação criativa.

Erro comumPensar que todos os desenhos de uma série têm de ser 'perfeitos'.

O que ensinar em alternativa

Muitos alunos bloqueiam por medo de falhar num dos elementos da série. Deve-se valorizar o processo e a unidade do conjunto, mostrando que desenhos mais experimentais ou 'falhados' são degraus necessários para o resultado final.

Ideias de aprendizagem ativa

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Perguntas frequentes

O que define a coerência de uma série de desenhos?
A coerência pode vir do tema (ex: retratos da família), da técnica (ex: tudo a carvão sobre papel pardo), da paleta de cores ou de uma linguagem gráfica específica. O importante é que, ao olhar para o conjunto, se perceba que as obras pertencem à mesma família.
Quantos desenhos deve ter uma série no 11.º ano?
Não há um número fixo, mas geralmente entre 5 a 10 desenhos permitem uma exploração minimamente profunda. Mais do que a quantidade, importa a qualidade da investigação e a capacidade de o aluno manter o interesse e a evolução ao longo do conjunto.
Como escolher um tema para uma série de investigação?
O tema deve ser algo que interesse genuinamente ao aluno e que tenha complexidade suficiente para não se esgotar no primeiro desenho. Temas ligados à vivência pessoal, ao espaço envolvente ou a problemas sociais são geralmente bons pontos de partida.
Como o feedback contínuo ajuda no desenvolvimento de uma série?
Trabalhar numa série pode ser um processo solitário onde o aluno perde a noção do conjunto. Momentos de discussão coletiva ajudam a identificar quando a série se está a tornar repetitiva ou quando um desenho se afasta demasiado da coerência pretendida, permitindo ajustes em tempo real.
Edited by Adriana Perusin, Editor-in-Chief, Flip Education