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Cultura Visual e História da Arte · 3o Periodo

Impressionismo e Pós-Impressionismo

Estudo da rutura com a representação tradicional e o nascimento da arte moderna.

Questões-Chave

  1. Como é que o contexto histórico influenciou a estética das vanguardas?
  2. De que forma a abstração alterou a nossa definição de arte?
  3. Que sentimentos e ideias tentavam os expressionistas transmitir através da cor?

Aprendizagens Essenciais

DGE: 3o Ciclo - Apropriação e Reflexão
Ano: 9° Ano
Disciplina: Expressão e Comunicação Visual: Do Real ao Imaginário
Unidade: Cultura Visual e História da Arte
Período: 3o Periodo

Sobre este tópico

A escrita confessional, exemplificada pelo diário e pelas memórias, permite aos alunos explorar a subjetividade e a construção da identidade através da palavra. No 9.º ano, o estudo foca-se na distinção entre o 'eu' que escreve e o 'eu' que viveu os acontecimentos, analisando marcas linguísticas como o uso da primeira pessoa, os determinantes possessivos e os adjetivos expressivos. Este tópico liga-se às Aprendizagens Essenciais de Educação Literária e Escrita, promovendo a reflexão sobre o tempo e a memória.

Ao lerem diários famosos ou textos autobiográficos, os alunos confrontam-se com a função catártica e documental da escrita. Este conteúdo é ideal para metodologias de escrita criativa e partilha em pares. A natureza pessoal destes textos exige um ambiente de sala de aula seguro e colaborativo, onde os alunos possam experimentar a sua própria voz narrativa e compreender como a seleção de memórias molda a perceção da realidade.

Ideias de aprendizagem ativa

Atenção a estes erros comuns

Erro comumUm diário tem de ser um relato fiel e completo de tudo o que aconteceu.

O que ensinar em alternativa

Um diário é sempre uma seleção subjetiva. Através da comparação de relatos, os alunos aprendem que o autor escolhe o que é significativo para si, omitindo o que considera irrelevante, o que torna o texto uma construção literária.

Erro comumA escrita confessional não tem estrutura.

O que ensinar em alternativa

Embora pareça livre, o diário segue convenções como a datação e o tom coloquial. A análise de modelos ajuda os alunos a perceber que existe uma organização interna baseada na cronologia e na reflexão pessoal.

Preparado para lecionar este tópico?

Gere uma missão de aprendizagem ativa completa e pronta para a sala de aula em segundos.

Perguntas frequentes

Quais são as principais características de um diário?
As marcas principais são o uso da 1.ª pessoa, a presença de datas, o tom confessional e subjetivo, o uso de vocativos (Querido Diário) e a predominância de verbos no pretérito perfeito e imperfeito.
Qual é a diferença entre diário e memórias?
O diário é escrito quase em simultâneo com os factos (tempo da escrita próximo do tempo do acontecimento). As memórias são escritas muito depois, com um olhar retrospetivo e uma organização mais temática do que cronológica.
Por que razão estudamos textos autobiográficos no 9.º ano?
Estes textos ajudam a desenvolver a empatia e a autoconsciência. Além disso, permitem trabalhar competências gramaticais e de escrita de forma mais próxima da realidade e dos sentimentos dos alunos.
Como é que as atividades de escrita criativa ajudam a entender este tema?
Ao assumirem o papel de autores de diários, os alunos experimentam a dificuldade de traduzir emoções em palavras. Esta prática ativa torna a análise de textos de outros autores muito mais intuitiva, pois os alunos já reconhecem as escolhas linguísticas necessárias para criar um tom confessional.

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