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História da Antropologia: Do Evolucionismo ao Pós-Modernismo
Antropologia · 12.º Ano · A Antropologia como Ciência: Objeto, Método e História · 1.º Período

História da Antropologia: Do Evolucionismo ao Pós-Modernismo

Estudo das principais correntes da história da Antropologia: evolucionismo (Tylor, Morgan), difusionismo, funcionalismo (Malinowski, Radcliffe-Brown), estruturalismo (Lévi-Strauss), interpretativismo (Geertz), pós-modernismo crítico.

Em síntese:A história da Antropologia é uma viagem pelas formas como o Ocidente tentou explicar a alteridade. Desde o evolucionismo social do século XIX, que via as culturas como etapas de um progresso linear, até ao pós-modernismo crítico, que questiona a própria autoridade do autor, os alunos analisam como o pensamento antropológico evoluiu. Estudam-se figuras como Malinowski e o nascimento do funcionalismo, Lévi-Strauss e as estruturas universais da mente, e Clifford Geertz com a sua proposta de interpretação das culturas como textos.

Aprendizagens EssenciaisDGE: Secundário - História da AntropologiaDGE: Secundário - Correntes Antropológicas

Sobre este tópico

A história da Antropologia é uma viagem pelas formas como o Ocidente tentou explicar a alteridade. Desde o evolucionismo social do século XIX, que via as culturas como etapas de um progresso linear, até ao pós-modernismo crítico, que questiona a própria autoridade do autor, os alunos analisam como o pensamento antropológico evoluiu. Estudam-se figuras como Malinowski e o nascimento do funcionalismo, Lévi-Strauss e as estruturas universais da mente, e Clifford Geertz com a sua proposta de interpretação das culturas como textos.

Este percurso é essencial para compreender que a ciência não é estática e reflete os valores da sua época. No 12.º ano, o foco recai sobre a capacidade de criticar teorias passadas sem as descontextualizar. Os alunos assimilam melhor estas correntes teóricas complexas através de métodos comparativos e da aplicação de cada 'lente' teórica a problemas atuais, tornando a teoria numa ferramenta de interpretação viva.

Questões-Chave

  1. O que defendia o evolucionismo do século XIX e que críticas recebeu?
  2. Em que se distinguem o funcionalismo e o estruturalismo?
  3. O que é a "descrição densa" de Geertz e como mudou a forma de fazer Antropologia?

Atenção a estes erros comuns

Erro comumAs teorias antigas, como o evolucionismo, eram apenas 'erros' sem valor.

O que ensinar em alternativa

Embora hoje criticadas, estas teorias foram os primeiros passos para sistematizar o estudo do Homem. Através da análise histórica, os alunos aprendem que a ciência evolui por acumulação e rutura, não apenas por eliminação de erros.

Erro comumO estruturalismo de Lévi-Strauss estuda apenas as tradições de povos distantes.

O que ensinar em alternativa

O estruturalismo procura leis universais do pensamento humano presentes em todas as culturas, incluindo a nossa. Exercícios sobre oposições binárias em filmes modernos ajudam a demonstrar a atualidade desta corrente.

Ideias de aprendizagem ativa

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Perguntas frequentes

O que mudou com a chegada de Malinowski à Antropologia?
Malinowski revolucionou a disciplina ao estabelecer o trabalho de campo prolongado e a observação participante como norma. Ele defendeu que as culturas devem ser estudadas no presente (funcionalismo) e não apenas como vestígios do passado, focando-se em como cada costume serve uma necessidade humana.
Qual é a ideia central do estruturalismo?
Proposto por Claude Lévi-Strauss, o estruturalismo defende que as culturas são moldadas por estruturas mentais universais, baseadas em oposições binárias (como natureza/cultura ou cru/cozido). O objetivo é encontrar a 'gramática' comum que subjaz à diversidade das expressões culturais.
O que defende a antropologia interpretativa de Clifford Geertz?
Geertz vê a cultura como um conjunto de textos que o antropólogo deve tentar ler e interpretar. Ele rejeita a procura de leis universais, preferindo a 'descrição densa', que procura captar os significados profundos e os contextos específicos de cada ação social.
Como é que as estratégias de aprendizagem ativa facilitam o estudo de teorias complexas?
Teorias como o estruturalismo ou o funcionalismo podem parecer abstratas. Atividades como o 'Gallery Walk' ou simulações de debate obrigam os alunos a sintetizar e a explicar os conceitos por palavras próprias, transformando a memorização passiva em compreensão aplicada e crítica.
Edited by Adriana Perusin, Editor-in-Chief, Flip Education