Skip to content
As Sociedades Recolectoras e as Primeiras Civilizações · 1o Periodo

O Processo de Hominização e o Paleolítico Inferior

Análise da evolução biológica e cultural do ser humano e a sua adaptação ao meio através da recoleção e das primeiras ferramentas.

Questões-Chave

  1. Como é que o bipedismo e o desenvolvimento cerebral influenciaram a sobrevivência dos primeiros hominídeos?
  2. De que forma as ferramentas de pedra lascada revelam a capacidade cognitiva dos nossos antepassados?
  3. Avalie o impacto da descoberta do fogo na dieta e na organização social paleolítica.

Aprendizagens Essenciais

DGE: 3o Ciclo - Das Sociedades Recolectoras às Primeiras CivilizaçõesDGE: 3o Ciclo - Processo de Hominização
Ano: 7° Ano
Disciplina: Das Sociedades Recolectoras à Europa Medieval
Unidade: As Sociedades Recolectoras e as Primeiras Civilizações
Período: 1o Periodo

Sobre este tópico

O estudo do conto no 7.º ano marca uma transição importante na literacia dos alunos, passando da leitura recreativa para uma análise crítica mais profunda. Este tópico explora as convenções do conto tradicional, enraizado na oralidade e no património cultural português, em contraste com o conto moderno, onde a psicologia das personagens e a ambiguidade narrativa ganham relevo. De acordo com as Aprendizagens Essenciais, os alunos devem ser capazes de identificar elementos como a estrutura da intriga, as categorias do narrador e a configuração do tempo e do espaço.

Compreender estas estruturas permite aos alunos descodificar camadas de significado que vão além do enredo superficial. Ao analisar autores como Sophia de Mello Breyner Andresen ou contos populares recolhidos por Adolfo Coelho, os estudantes desenvolvem ferramentas para interpretar a condição humana e a sociedade. Este tópico beneficia significativamente de abordagens centradas no aluno, pois a manipulação ativa da estrutura narrativa ajuda a consolidar conceitos abstratos como o narrador não participante ou o tempo psicológico.

Ideias de aprendizagem ativa

Atenção a estes erros comuns

Erro comumAcreditar que o narrador e o autor são a mesma pessoa.

O que ensinar em alternativa

É fundamental clarificar que o narrador é uma entidade fictícia criada pelo autor. Atividades de escrita criativa onde o aluno escreve a mesma cena sob diferentes perspetivas ajudam a separar estas figuras.

Erro comumPensar que o tempo da história é sempre igual ao tempo do discurso.

O que ensinar em alternativa

Os alunos tendem a ignorar elipses ou analepses. O uso de linhas do tempo físicas na sala de aula permite visualizar como o autor manipula a duração dos eventos.

Preparado para lecionar este tópico?

Gere uma missão de aprendizagem ativa completa e pronta para a sala de aula em segundos.

Perguntas frequentes

Qual é a principal diferença entre o conto tradicional e o moderno no 7.º ano?
No conto tradicional, a estrutura é linear, as personagens são tipos sociais e o final é geralmente moralizador. No conto moderno, há maior foco na interioridade das personagens e a estrutura pode ser fragmentada.
Como avaliar a compreensão da estrutura narrativa de forma prática?
Em vez de testes apenas teóricos, peça aos alunos que criem um 'storyboard' ou um mapa conceptual da intriga, identificando os momentos de equilíbrio, rotura e novo equilíbrio.
Quais são os autores portugueses mais indicados para este nível?
Sophia de Mello Breyner Andresen, Miguel Torga e Álvaro Magalhães são excelentes escolhas que cumprem as metas curriculares e cativam os alunos desta faixa etária.
Como é que a aprendizagem ativa ajuda a ensinar a estrutura do conto?
Estratégias como a reconstrução de textos baralhados ou debates sobre as motivações do narrador obrigam os alunos a pensar sobre a mecânica da escrita, tornando a análise literária menos abstrata e mais intuitiva.

Explorar programa por país

AméricasUSCAMXCLCOBR
Ásia e PacíficoINSGAU