Gerador de Rubricas para Ciências Sociais e História

Crie uma rubrica para questões baseadas em documentos, argumentações históricas, projetos de pesquisa ou debates, que avalia o pensamento histórico, o uso de fontes e a capacidade de considerar múltiplas perspetivas.

HistóriaGeografiaCidadania e Desenvolvimento2.º Ciclo (5.º-6.º ano)3.º Ciclo (7.º-9.º ano)Ensino Secundário

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  • PDF estruturado com perguntas orientadoras por secção
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  • Inclui notas pedagógicas e sugestões da Flip
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Quando utilizar este modelo

  • Questões baseadas em documentos (QBD) em História e Geografia
  • Ensaios de opinião e textos de argumentação histórica
  • Tarefas de análise de fontes primárias e iconografia
  • Avaliação de projetos cívicos e de intervenção na comunidade
  • Avaliação de debates, seminários socráticos ou controvérsias estruturadas

Secções do modelo

Identifique o tipo de tarefa e as competências de pensamento histórico a avaliar.

Tipo de tarefa (Análise de documentos, ensaio argumentativo, projeto cívico, debate):

Ano de escolaridade e metas curriculares (Aprendizagens Essenciais):

Competências avaliadas (análise de fontes, contextualização, corroboração, argumentação):

Conhecimentos de conteúdo avaliados:

Selecione critérios adequados ao tipo de tarefa definido.

Para análise de documentos: tese, uso de evidências, análise de fontes, contextualização, complexidade do argumento.

Para debate: uso de provas, interação com perspetivas opostas, qualidade das perguntas.

Para projeto cívico: identificação do problema, análise de impacto, qualidade da ação, comunicação.

Critérios selecionados:

Escreva descritores baseados em evidências observáveis de pensamento histórico para cada nível.

Critério 1 (ex: Tese):

Nível 4: [descrição específica de uma tese forte e original]

Nível 3: [cumpre o padrão esperado]

Nível 2: [em desenvolvimento: como é uma tese fraca ou puramente descritiva?]

Nível 1: [inicial: sem tese ou apenas repete o enunciado]

(repetir para cada critério)

Desenhe critérios específicos para a análise de fontes primárias e secundárias, se aplicável.

Análise de origem (o aluno considera o autor, o propósito e o contexto da fonte?):

Nível 4:

Nível 3:

Contextualização (o aluno situa a fonte no momento histórico mais amplo?):

Corroboração (o aluno compara e cruza diferentes fontes?):

Defina a estrutura de pontuação e a sua ligação às competências de pensamento.

Pontuação por critério:

Pontuação total e conversão para a escala (1 a 5 ou 0 a 20):

Como lidar com argumentos bem fundamentados mas com raciocínio falível:

Componente de autoavaliação ou avaliação por pares:

Política de reformulação:

A Perspetiva da Flip

A avaliação em Ciências Sociais deve premiar o pensamento crítico: a análise de fontes, a contextualização e a argumentação baseada em evidências. Este gerador ajuda a criar rubricas onde as competências analíticas estão no centro, ensinando aos alunos que a História é uma disciplina para praticar e não apenas uma matéria para decorar.

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Adaptar este Modelo

Para História

O Rubrica de Ciências Sociais apoia a análise de fontes e o debate, dando aos alunos tempo estruturado para recolher evidências e argumentar.

Para Geografia

O Rubrica de Ciências Sociais apoia a análise de fontes e o debate, dando aos alunos tempo estruturado para recolher evidências e argumentar.

Para Cidadania e Desenvolvimento

O Rubrica de Ciências Sociais apoia a análise de fontes e o debate, dando aos alunos tempo estruturado para recolher evidências e argumentar.

Sobre o modelo Rubrica de Ciências Sociais

A avaliação em Ciências Sociais é mais eficaz quando valoriza as competências de pensamento histórico e não apenas a memorização de factos. Um aluno que debita as causas da Primeira Guerra Mundial demonstra algo fundamentalmente diferente de um aluno que analisa fontes primárias, identifica múltiplas perspetivas e constrói um argumento fundamentado sobre o mesmo evento.

Rubricas de pensamento histórico: As boas rubricas avaliam o ciclo de inquirição: a formulação de questões pertinentes, a aplicação de conceitos disciplinares, a recolha e avaliação de fontes e a comunicação de conclusões. Estas competências são ensináveis, avaliáveis e mais duradouras do que qualquer conteúdo específico.

Rubricas para Questões Baseadas em Documentos (QBD): Estas tarefas exigem que os alunos utilizem várias fontes para construir um argumento. A rubrica deve avaliar: a qualidade da tese (toma uma posição?), o uso de evidências (as fontes são usadas com precisão?), a análise de fontes (considera quem escreveu e porquê?), a contextualização (situa o argumento no contexto histórico mais amplo?) e o raciocínio (considera perspetivas divergentes?).

Rubricas para debates e discussões: Em Cidadania ou História, os debates envolvem questões cívicas complexas. As rubricas devem focar-se no uso de evidências, no respeito por perspetivas opostas, na qualidade das perguntas e na contribuição para a reflexão coletiva. O objetivo não é avaliar qual é a opinião "correta", mas sim o rigor intelectual da participação.

Rubricas para projetos cívicos: Para projetos de intervenção comunitária, as rubricas devem avaliar a identificação de um problema social, a investigação de diferentes pontos de vista, a qualidade da solução proposta e a eficácia da comunicação para o público-alvo.

Perspetiva e viés: Um critério essencial é a forma como os alunos lidam com a subjetividade, especialmente ao analisar fontes primárias. Uma rubrica que avalia explicitamente a capacidade de identificar motivações e reconhecer preconceitos sinaliza que estas são competências valiosas e não apenas um detalhe opcional.

Rubrica Analítica

Crie uma rubrica analítica que avalia o trabalho dos alunos em múltiplos critérios com níveis de desempenho diferenciados. Os alunos recebem feedback específico sobre o que fizeram bem e o que podem melhorar em cada dimensão.

Rubrica de Português

Construa uma rubrica de Português para produção escrita, análise de texto ou debate, com critérios de conteúdo, evidências, organização, estilo e correção adaptados ao tipo de tarefa e ao nível de ensino.

Unidade de Ciências Sociais

Planifique uma unidade construída sobre fontes primárias, pensamento histórico e cidadania ativa. Os alunos analisam evidências e elaboram posições argumentadas sobre questões históricas e contemporâneas.

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Perguntas frequentes

Crie tarefas que forneçam o conteúdo necessário para a análise, como uma QBD onde as fontes contêm a informação base. Avalie depois como o aluno utiliza e pensa sobre esse conteúdo, em vez de avaliar apenas a memorização de factos externos. O pensamento histórico é uma competência que pode ser avaliada autonomamente.
Avalie a qualidade da argumentação e não a conclusão. Um argumento histórico bem fundamentado que chegue a uma conclusão diferente da sua deve receber a mesma nota que um argumento que concorde consigo. Os critérios da rubrica devem tornar isto explícito para garantir a honestidade intelectual.
Contextualizar é a capacidade de situar um documento ou argumento no seu momento histórico, explicando como a época, a geografia ou o contexto social moldaram o que foi escrito ou feito. Um aluno que contextualiza bem não se limita a descrever o cenário: explica como esse cenário ajuda a compreender a fonte.
Partilhe a rubrica previamente e foque-a em contributos intelectuais. Critérios como: apresentou uma ideia apoiada em evidências ou construiu sobre a ideia de um colega acrescentando dados novos, focam-se no rigor académico e não na extroversão social. Discuta os critérios antes do debate.
Sim, desde que simplifique os critérios. Alunos do 1.º ao 4.º ano podem praticar o pensamento histórico: fazer perguntas sobre o passado, comparar duas versões de uma história ou identificar quem está representado numa imagem. Nestes níveis, a rubrica deve usar uma linguagem muito concreta e observável.
A aprendizagem ativa acontece quando os alunos analisam fontes, debatem interpretações e constroem argumentos, em vez de apenas ouvirem passivamente. Uma rubrica para aprendizagem ativa deve incluir a análise de perspetivas e a investigação colaborativa. Quando os alunos realizam uma missão Flip sobre uma questão histórica ou cívica, é possível observar em tempo real como interagem com as evidências. Esta rubrica oferece a estrutura para avaliar essas competências, enquanto as missões Flip proporcionam a atividade prática que torna o raciocínio histórico visível para o professor.
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