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Economia A · 11.º Ano

Ideias de aprendizagem ativa

Orçamento de Estado: Receitas e Despesas Públicas

O Orçamento do Estado (OE) é o documento político-económico mais importante de Portugal, refletindo as prioridades do governo para cada ano. Neste tópico, os alunos analisam a estrutura do OE, distinguindo entre receitas (fiscais e não fiscais) e despesas (correntes e de capital). Compreender para onde vai o dinheiro dos impostos , com especial foco na saúde, educação e segurança social , é fundamental para o exercício de uma cidadania ativa.

Aprendizagens EssenciaisDGE: Secundário - Orçamento de EstadoDGE: Secundário - Despesa Pública
25–50 minPares → Turma inteira3 atividades

Atividade 01

Resolução Colaborativa de Problemas40 min · Pequenos grupos

Análise de Documentos: O OE Simplificado

Os alunos recebem infográficos do Orçamento do Estado em vigor. Em pequenos grupos, devem identificar as três maiores fatias de despesa e as três principais fontes de receita, apresentando as suas conclusões à turma.

Como se estrutura o Orçamento de Estado?
AplicarAnalisarAvaliarCriarCompetências RelacionaisTomada de DecisãoAutogestão
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Atividade 02

Simulação de Julgamento50 min · Pequenos grupos

Simulação de Julgamento: O Jogo do Orçamento

Cada grupo recebe um orçamento limitado e uma lista de necessidades nacionais (novos hospitais, aumento de pensões, redução da dívida). Devem negociar e decidir onde cortar e onde investir, justificando as suas escolhas políticas.

Que tipos de receitas e despesas tem o Estado português?
AnalisarAvaliarCriarTomada de DecisãoConsciência Social
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Atividade 03

Pensar-Partilhar-Apresentar: Receitas Correntes vs. Capital

Os alunos classificam uma lista de entradas de dinheiro (IVA, venda de um edifício público, fundos europeus). Em pares, discutem por que razão é perigoso pagar despesas correntes (salários) com receitas de capital (venda de património).

Que peso têm a saúde, a educação e a segurança social no orçamento?
CompreenderAplicarAnalisarAutoconsciênciaCompetências Relacionais
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Algumas notas sobre lecionar esta unidade


Atenção a estes erros comuns

  • Achar que o Estado tem dinheiro ilimitado e que o orçamento é apenas uma lista de desejos.

    É vital ensinar o princípio do equilíbrio e a restrição orçamental. Simulações de alocação de recursos ajudam a perceber que para investir mais numa área, é necessário cortar noutra ou aumentar receitas.

  • Confundir despesas correntes com despesas de capital.

    Deve-se clarificar que as correntes são para o funcionamento diário (salários, consumos) e as de capital são investimentos (obras, máquinas). A análise de exemplos concretos de faturas do Estado ajuda a distinguir os tipos.


Metodologias usadas neste resumo