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A Constituição da República Portuguesa
Ciência Política · 12.º Ano · A Organização Política do Estado Português · 2.º Período

A Constituição da República Portuguesa

Estudo da evolução constitucional portuguesa e dos princípios fundamentais consagrados na Constituição de 1976.

Em síntese:A Constituição da República Portuguesa (CRP) de 1976 é a lei fundamental que define a identidade democrática de Portugal. Este tópico aborda o contexto histórico do seu nascimento após a Revolução dos Cravos, a sua estrutura e os princípios fundamentais que a regem, como a dignidade da pessoa humana e a soberania popular. Analisamos também o catálogo de direitos, liberdades e garantias, bem como os direitos económicos, sociais e culturais.

Aprendizagens EssenciaisAE CP 12.º - Conhecer a estrutura e os princípios da Constituição da República PortuguesaAE CP 12.º - Identificar os direitos fundamentais

Sobre este tópico

A Constituição da República Portuguesa (CRP) de 1976 é a lei fundamental que define a identidade democrática de Portugal. Este tópico aborda o contexto histórico do seu nascimento após a Revolução dos Cravos, a sua estrutura e os princípios fundamentais que a regem, como a dignidade da pessoa humana e a soberania popular. Analisamos também o catálogo de direitos, liberdades e garantias, bem como os direitos económicos, sociais e culturais.

Para os alunos, este estudo é a base da sua proteção jurídica e política. O currículo foca-se na compreensão da CRP não como um texto sagrado e imutável, mas como um documento vivo que sofreu várias revisões para se adaptar aos novos tempos (como a integração europeia). O uso de análise de casos práticos de tribunal constitucional permite aos alunos ver como a Constituição protege os cidadãos em situações reais de conflito.

Questões-Chave

  1. Qual é a importância de uma Constituição num Estado democrático?
  2. Quais são os direitos e deveres fundamentais dos cidadãos portugueses?
  3. Como se processa a revisão constitucional em Portugal?

Atenção a estes erros comuns

Erro comumPensar que a Constituição pode ser mudada facilmente por qualquer governo.

O que ensinar em alternativa

A CRP exige maiorias qualificadas (2/3 dos deputados) e tem limites materiais que não podem ser alterados. Através da simulação de votações, os alunos percebem a rigidez constitucional como uma garantia de estabilidade.

Erro comumAchar que todos os direitos na Constituição são aplicados automaticamente sem custos.

O que ensinar em alternativa

Muitos direitos sociais dependem da disponibilidade económica do Estado. Debates sobre o 'mínimo de existência' ajudam os alunos a compreender a tensão entre o texto constitucional e a realidade orçamental.

Ideias de aprendizagem ativa

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Perguntas frequentes

O que são os 'limites materiais' da revisão constitucional?
São princípios que não podem ser eliminados da Constituição, como a forma republicana de governo, a separação de poderes, o sufrágio universal e os direitos e liberdades fundamentais.
Qual é a função do Tribunal Constitucional?
O Tribunal Constitucional tem a função principal de fiscalizar a constitucionalidade das leis, garantindo que nenhuma norma aprovada pelo governo ou parlamento desrespeite o que está escrito na Constituição.
Como a análise de casos reais ajuda a ensinar a Constituição?
Ler acórdãos simplificados ou notícias sobre leis 'chumbadas' pelo Tribunal Constitucional mostra aos alunos que a Constituição tem dentes. Deixa de ser um livro de teoria para ser a ferramenta que decide se uma lei entra ou não em vigor.
Quantas vezes foi a Constituição de 1976 revista?
A CRP já sofreu sete revisões constitucionais (até à data), sendo as mais profundas as de 1982 (que extinguiu o Conselho da Revolução) e de 1989 (que abriu caminho à economia de mercado).
Edited by Adriana Perusin, Editor-in-Chief, Flip Education