Mapa Curricular de Ciências

Organize o currículo das ciências para o ano: planeie unidades ancoradas em fenómenos observáveis, aprendizagem tridimensional e práticas científicas com ligações coerentes entre as grandes ideias disciplinares.

Ciências NaturaisFísico-QuímicaBiologia e Geologia1.º Ciclo (1.º-4.º ano)2.º Ciclo (5.º-6.º ano)3.º Ciclo (7.º-9.º ano)Ensino Secundário

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  • PDF estruturado com perguntas orientadoras por secção
  • Layout pronto a imprimir, funciona no ecrã ou em papel
  • Inclui notas pedagógicas e sugestões da Flip
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Quando utilizar este modelo

  • Planeamento anual do currículo de ciências para um curso completo
  • Mapeamento tridimensional de competências entre diferentes anos de escolaridade
  • Alinhamento de departamento para uma entrega consistente do currículo de ciências
  • Quando o ensino baseado em fenómenos precisa de um mapeamento explícito no calendário escolar
  • Desenvolvimento de novas disciplinas ou adoção de novas metas curriculares

Secções do modelo

Identifique a disciplina, as Aprendizagens Essenciais e as grandes ideias disciplinares para o ano.

Nome da disciplina e ano de escolaridade:

Referencial curricular (Aprendizagens Essenciais, Perfil dos Alunos):

Domínios disciplinares (Vida, Matéria, Energia, Terra e Universo):

Questões orientadoras ou fenómenos globais para o ano:

Mapeie cada unidade com o seu fenómeno âncora e as principais ideias disciplinares.

Unidade 1: Fenómeno (o que os alunos observam), conceitos chave, duração:

Unidade 2:

...

Ligações entre fenómenos ao longo das unidades:

Racional para a calendarização (ex: fenómenos sazonais):

Mapeie conceitos, práticas científicas e conceitos transversais entre unidades.

Ideias disciplinares por unidade:

Práticas científicas prioritárias em cada unidade:

Conceitos transversais por unidade:

Progressão das práticas (introdução vs. desenvolvimento vs. aplicação autónoma):

Conceitos transversais que percorrem várias unidades:

Mapeie as principais investigações, laboratórios e experiências práticas do ano.

Investigações principais por unidade (tipo, materiais, duração):

Unidades de segurança (quando e que instruções de segurança laboratorial):

Trabalho de campo ou aprendizagem ao ar livre:

Investigações com suporte tecnológico:

Materiais a reservar ou preparar com antecedência:

Mapeie as metas de desempenho e planeie as abordagens de avaliação.

Descritores de desempenho por unidade:

Abordagem de avaliação sumativa por unidade:

Ferramentas de avaliação formativa ao longo do ano:

Oportunidades para argumentação científica e modelo CER (Afirmação, Evidência, Raciocínio):

Tarefa de desempenho final de ano:

Mapeie desafios de design e ligações a aplicações do mundo real.

Unidades ou desafios de design e engenharia:

Ligações a aplicações do mundo real por unidade:

Articulação interdisciplinar (Matemática, Português, Geometria):

Ligações à comunidade ou questões ambientais locais:

A Perspetiva da Flip

Os mapas de ciências funcionam quando tornam visível a aprendizagem tridimensional ao longo do ano, indo além da simples lista de conteúdos. Este mapa destaca os fenómenos que ancoram cada unidade, a progressão da autonomia nas práticas científicas e os conceitos transversais que servem de ferramentas analíticas. É uma visão estratégica que garante que a investigação científica é o motor da aprendizagem.

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Adaptar este Modelo

Para Ciências Naturais

O Mapa de Ciências combina bem com trabalho laboratorial: as fases estruturadas mantêm a investigação focada, com espaço para a curiosidade dos alunos.

Para Físico-Química

O Mapa de Ciências combina bem com trabalho laboratorial: as fases estruturadas mantêm a investigação focada, com espaço para a curiosidade dos alunos.

Para Biologia e Geologia

O Mapa de Ciências combina bem com trabalho laboratorial: as fases estruturadas mantêm a investigação focada, com espaço para a curiosidade dos alunos.

Sobre o modelo Mapa de Ciências

O mapeamento curricular de ciências num quadro tridimensional exige uma abordagem diferente dos modelos tradicionais de cobertura de conteúdos. A questão central não é apenas o que lecionar, mas sim que fenómenos os alunos vão investigar, que práticas científicas vão desenvolver e que conceitos transversais darão coerência ao seu pensamento.

Coerência tridimensional: Cada unidade deve desenvolver três dimensões: ideias disciplinares centrais (conteúdo), práticas de ciência e engenharia (investigação, raciocínio, comunicação) e conceitos transversais (padrões, causa e efeito, sistemas). O mapa deve mostrar como estas dimensões evoluem ao longo do ano.

Sequenciação por fenómenos: As unidades devem organizar-se em torno de fenómenos âncora, eventos reais e observáveis que os alunos investigam para construir conhecimento. O mapa identifica o fenómeno de cada unidade e mostra como a investigação sucessiva constrói uma compreensão cada vez mais sofisticada.

Progressão das práticas: As práticas científicas devem ser desenvolvidas em múltiplas unidades, com crescente complexidade e autonomia. O mapa curricular deve indicar quando cada prática é introduzida, onde é aprofundada e onde se espera que os alunos a utilizem de forma independente.

Fios condutores transversais: Conceitos como sistemas, escala ou causalidade são mais eficazes quando surgem como ferramentas analíticas genuínas. O mapa deve identificar quais os conceitos transversais que percorrem várias unidades para que os alunos os adotem como formas duradouras de pensar sobre o mundo natural.

Segurança e planeamento laboratorial: Um mapa de ciências deve incluir o planeamento da segurança, identificando unidades que exigem instrução específica, materiais que necessitam de preparação antecipada e a calendarização das experiências laboratoriais.

Mapa Anual

Visualize o ano letivo completo: organize unidades, cobertura das aprendizagens essenciais e avaliações principais de modo a ter o panorama geral e detetar lacunas antes do início do ano.

Âmbito e Sequência

Documente o âmbito e a ordem do seu currículo: o que vai ensinar e em que sequência. Garante uma progressão vertical coerente e uma cobertura consistente entre turmas e anos de escolaridade.

Unidade de Ciências

Projete uma unidade de ciências ancorada num fenómeno observável. Os alunos usam práticas científicas para investigar, explicar e aplicar conceitos. A questão orientadora percorre cada aula em direção à explicação do fenómeno.

Unidade por Indagação

Construa uma unidade a partir das perguntas dos próprios alunos. Formulam hipóteses, recolhem evidências e constroem conhecimento através de ciclos de investigação estruturada, com o professor como orientador metodológico.

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Perguntas frequentes

Alguns fenómenos abrangem naturalmente a física, química e biologia. Escolha a sequência que melhor constrói a base necessária para as unidades seguintes. Por exemplo, compreender energia antes de estudar ecossistemas permite ligações muito mais profundas.
Identifique as práticas dominantes em cada unidade e planeie a progressão. Os alunos não devem desenhar investigações sozinhos na Unidade 1, mas devem fazê-lo com apoio mínimo no final do ano. Mapeie esta passagem gradual de responsabilidade.
O design de engenharia funciona melhor quando segue e aplica o conteúdo científico. Coloque os desafios de engenharia após as unidades onde os alunos aprendem os conceitos disciplinares relevantes, para que projetem com base em conhecimento e não apenas por tentativa e erro.
Agende instruções de segurança explícitas antes de qualquer unidade que exija trabalho laboratorial. Mapeie tópicos específicos, como proteção ocular ou manuseamento de químicos, nas unidades respetivas. Não assuma que os alunos já sabem as regras de anos anteriores.
Coordene com os seus colegas de departamento. Unidades de ciências que envolvem análise de dados ligam-se à estatística na matemática. Unidades que exigem argumentação ligam-se à escrita de textos argumentativos em português. Estas ligações são poderosas quando planeadas.
A ciência e a aprendizagem ativa são parceiras naturais. O seu mapa pode designar que unidades se focam em laboratório, observação de campo ou desafios de engenharia. Isto garante que os alunos constroem competências de inquirição progressivamente. Use este mapa para a visão estratégica e a Flip para gerar as lições individuais que dão vida a cada investigação.
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