Construtor de Rubrica Analítica
Crie uma rubrica analítica que avalia o trabalho dos alunos em múltiplos critérios com níveis de desempenho diferenciados. Os alunos recebem feedback específico sobre o que fizeram bem e o que podem melhorar em cada dimensão.
Descarregue o Kit Completo
- PDF estruturado com perguntas orientadoras por secção
- Layout pronto a imprimir, funciona no ecrã ou em papel
- Inclui notas pedagógicas e sugestões da Flip
Quando utilizar este modelo
- Avaliação de tarefas complexas com múltiplas competências envolvidas
- Quando pretende dar feedback específico e acionável sobre o que melhorar
- Trabalhos de investigação, projetos, apresentações, relatórios de laboratório e resolução de problemas
- Quando vários professores avaliam o mesmo trabalho e a consistência é fundamental
- Qualquer tarefa sumativa onde queira que os alunos façam autoavaliação antes da entrega
Secções do modelo
As rubricas funcionam melhor quando os alunos as consultam antes da tarefa e as usam para autoavaliação. Uma rubrica usada apenas para dar nota é uma oportunidade de aprendizagem perdida. Este construtor ajuda a desenhar critérios específicos e observáveis, para que os alunos saibam exatamente o que significa atingir os objetivos de aprendizagem.
Veja o que a nossa IA criaAdaptar este Modelo
Para Todas as disciplinas
Aplique o Rubrica Analítica adaptando os tempos das fases e as orientações às exigências específicas de Todas as disciplinas.
Sobre o modelo Rubrica Analítica
A rubrica analítica é a ferramenta de avaliação mais versátil no kit de um professor. Ao contrário das rubricas holísticas que dão uma classificação global única, as rubricas analíticas avaliam cada critério separadamente, fornecendo dados de diagnóstico detalhados aos professores e feedback específico e acionável aos alunos.
Quando as rubricas analíticas funcionam melhor: São ideais para tarefas complexas e multicomponentes: ensaios, projetos, apresentações, experiências laboratoriais e resolução de problemas matemáticos. Qualquer tarefa onde o feedback sobre componentes individuais seja mais útil do que uma pontuação global.
Desenhar bons critérios: O erro mais comum no desenho de rubricas é criar critérios que se sobrepõem ou que avaliam o esforço e a atitude em vez da competência e qualidade. Critérios fortes são: específicos (o que está a ser avaliado?), observáveis (o que é visível no trabalho?) e focados em competências (não "o aluno esforçou-se", mas "o aluno construiu uma tese apoiada em três evidências").
Escrever descritores de desempenho: Cada nível deve descrever como o trabalho se apresenta na realidade, não apenas dizer "excelente" ou "insuficiente". Um descritor como "A tese é clara e apoiada por três evidências específicas do texto" é muito mais útil do que "A tese e as evidências são excelentes".
Número de níveis de desempenho: Três a quatro níveis são geralmente suficientes. Cinco níveis criam demasiada ambiguidade entre patamares adjacentes. O nível mais elevado deve representar o domínio genuíno e não a perfeição: algo que um aluno empenhado consiga alcançar com esforço.
Partilhar rubricas com os alunos: Uma rubrica é mais eficaz como ferramenta de aprendizagem quando os alunos a conhecem antes de iniciarem a tarefa. Os alunos que usam a rubrica para autoavaliação antes da entrega produzem consistentemente melhores trabalhos do que aqueles que a recebem apenas com a nota final.
Este construtor guia o professor na identificação dos critérios certos, na redação de descritores significativos e na criação de orientações de classificação consistentes.
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