Gerador de Rubricas de Autoavaliação do Aluno

Projete rubricas pensadas para a autoavaliação pelos alunos. Desenvolve competências metacognitivas, estimula a reflexão honesta e cria um ciclo de feedback entre a perceção do aluno e a avaliação do professor.

Todas as disciplinas1.º Ciclo (1.º-4.º ano)2.º Ciclo (5.º-6.º ano)3.º Ciclo (7.º-9.º ano)Ensino Secundário

Descarregue o Kit Completo

  • PDF estruturado com perguntas orientadoras por secção
  • Layout pronto a imprimir, funciona no ecrã ou em papel
  • Inclui notas pedagógicas e sugestões da Flip
4.5|135+ transferências

Quando utilizar este modelo

  • Antes da entrega de qualquer trabalho importante, para orientar as revisões finais
  • Durante oficinas de escrita ou ciclos de projeto para apoiar a monitorização contínua
  • Quando o desenvolvimento de competências metacognitivas é um objetivo explícito
  • No final de uma unidade letiva para refletir sobre o progresso da aprendizagem
  • Em qualquer contexto onde se pretenda que o aluno assuma a responsabilidade pela qualidade do seu trabalho

Secções do modelo

Defina a tarefa e as competências que os alunos irão autoavaliar.

Descrição da tarefa:

Sobre que competências ou qualidades os alunos vão refletir?

Em que momento será feita a autoavaliação (durante o processo, antes da entrega, após o feedback)?

Como se ligará esta etapa à revisão do trabalho?

Defina os critérios que os alunos usarão. Escreva-os numa linguagem próxima dos alunos.

Critério 1 (linguagem acessível):

Critério 2:

Critério 3:

Requisito de evidência: Os alunos devem citar exemplos específicos do seu trabalho para cada nível escolhido.

Escreva descritores para cada nível de desempenho, redigidos para serem lidos pelos alunos.

Critério 1:

Muito Bom: [como isto se reflete no meu trabalho]

Suficiente: [o que falta para chegar ao nível superior]

Ainda a trabalhar nisto: [dificuldades encontradas]

Critério 2:

(repetir para cada critério)

Crie perguntas que levem os alunos para além da simples classificação, incentivando uma análise real.

O que fiz melhor neste trabalho? (cite exemplos)

O que mudaria se tivesse mais tempo?

Qual foi a aprendizagem mais importante que retirei desta tarefa?

Qual é a minha maior dúvida ou incerteza neste momento?

Planeie como usará os dados e como apoiará os alunos na melhoria da precisão da sua autoavaliação.

Como irá comparar a autoavaliação do aluno com a sua avaliação?

Como discutirá as discrepâncias com os alunos?

Qual é o protocolo de revisão após a autoavaliação?

Como acompanhará a evolução da precisão da autoavaliação ao longo do ano?

A Perspetiva da Flip

Alunos que conseguem avaliar o seu próprio trabalho aprendem de forma mais eficaz e produzem melhores revisões do que aqueles que apenas recebem feedback passivo. Este gerador ajuda a criar ferramentas que promovem uma autorreflexão honesta e um diálogo produtivo entre o que os alunos pensam que produziram e o que o trabalho realmente demonstra.

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Adaptar este Modelo

Para Todas as disciplinas

Aplique o Rubrica de Autoavaliação adaptando os tempos das fases e as orientações às exigências específicas de Todas as disciplinas.

Sobre o modelo Rubrica de Autoavaliação

A autoavaliação do aluno é uma das práticas com maior impacto na educação. Quando os alunos avaliam o seu próprio trabalho com precisão, assumem maior responsabilidade pela sua aprendizagem, produzem revisões de melhor qualidade e desenvolvem as competências metacognitivas que predizem o sucesso académico a longo prazo.

Por que a autoavaliação é difícil: Uma autoavaliação precisa exige que os alunos tenham interiorizado os padrões de qualidade. Alunos que não compreendem o que define um trabalho "bom" num determinado domínio não conseguem avaliar se o seu trabalho cumpre esse padrão. Ensinar a autoavaliação é, portanto, o ato de tornar os critérios de uma disciplina visíveis e compreensíveis.

O problema da precisão: A maioria dos alunos tende a sobrevalorizar o seu trabalho (alta confiança, baixo desempenho) ou a subvalorizá-lo (alto desempenho, baixa confiança). O objetivo não é que os alunos concordem sempre com a nota do professor, mas sim ajudá-los a desenvolver um modelo interno de qualidade. As discrepâncias entre a perceção do aluno e a do professor são oportunidades de aprendizagem, não falhas.

Calibração: Os alunos tornam-se melhores avaliadores através da prática repetida e da discussão de divergências com o docente. Ao longo de um período letivo, a precisão da autoavaliação costuma melhorar significativamente, o que é mais valioso do que a avaliação de qualquer trabalho isolado.

Princípios de design: As rubricas de autoavaliação devem usar uma linguagem acessível ao aluno, focar-se em características observáveis do trabalho e incluir espaço para os alunos citarem evidências. Dizer "Acho que o meu argumento é forte porque [citar frase específica]" é mais útil do que apenas selecionar um nível de desempenho.

Ligação à revisão: O uso mais valioso da autoavaliação é como ferramenta de pré-revisão. Os alunos autoavaliam-se, identificam as áreas com classificações mais baixas e usam essa informação para priorizar o que melhorar antes da entrega final. Isto cria um ciclo de revisão impulsionado pela análise do próprio aluno e não apenas por diretrizes externas.

Rubrica Analítica

Crie uma rubrica analítica que avalia o trabalho dos alunos em múltiplos critérios com níveis de desempenho diferenciados. Os alunos recebem feedback específico sobre o que fizeram bem e o que podem melhorar em cada dimensão.

Rubrica de Ponto Único

Construa uma rubrica que define apenas o nível esperado, deixando espaço para anotar o que o supera e o que ainda não o atinge. Simples de criar e de fácil compreensão para os alunos.

Lista de Verificação

Crie uma lista de verificação para confirmar a presença dos elementos exigidos no trabalho dos alunos. Clara, rápida de aplicar e útil como auto-verificação antes da entrega.

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Perguntas frequentes

Trate a discrepância como uma conversa de aprendizagem. Peça ao aluno para mostrar onde vê evidências da classificação que atribuiu. Muitas vezes, o aluno ou não compreendeu o critério ou aplicou-o a apenas uma parte do trabalho e não ao todo.
Exija que os alunos citem evidências específicas. É muito mais difícil atribuir um "Muito Bom" no desenvolvimento de um argumento quando é necessário transcrever a frase exata que o comprova. A autoavaliação baseada em evidências é mais honesta.
Avaliar a precisão da autoavaliação é complexo e pode ser contraproducente, pois incentiva a tentativa de adivinhar o que o professor quer. É mais útil como ferramenta formativa. Pode atribuir crédito pela realização reflexiva da tarefa, mas não pela nota em si.
O quanto antes e com frequência. Comece com tarefas simples e critérios claros. A autoavaliação melhora com a prática: as primeiras tentativas podem ser imprecisas, mas a consciência crítica desenvolve-se significativamente com a regularidade.
Sim, com ferramentas adaptadas à idade. Os alunos mais novos podem usar escalas de cores, emojis ou frases simples de "Eu consigo". O segredo é tornar os critérios concretos e observáveis, evitando julgamentos de qualidade abstratos.
Estas rubricas são ideais para a aprendizagem ativa porque pedem aos alunos que reflitam sobre a sua participação e processo de pensamento. Após uma missão Flip, os alunos podem avaliar-se em critérios como: "Contribuí com uma ideia original para o grupo" ou "Usei evidências para apoiar a minha posição". A autoavaliação capta a perspetiva do aluno sobre competências que o professor não consegue observar em todos os grupos ao mesmo tempo. Esta rubrica cria o hábito reflexivo, enquanto as missões Flip dão a experiência concreta para refletir.
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