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O Período Regencial e as Revoltas · 2o Bimestre

A Regência Una de Feijó e Araújo Lima

Os alunos analisam as Regências Unas e a polarização política entre Liberais e Conservadores.

Perguntas-Chave

  1. Avalie os desafios enfrentados pelo Padre Feijó em sua Regência Una.
  2. Compare as propostas políticas de Feijó e Araújo Lima.
  3. Explique como a polarização entre Liberais e Conservadores se intensificou neste período.

Habilidades BNCC

EF08HI15
Ano: 8º Ano
Disciplina: História
Unidade: O Período Regencial e as Revoltas
Período: 2o Bimestre

Sobre este tópico

A Revolta dos Malês, ocorrida em Salvador em 1835, foi o levante de pessoas escravizadas mais organizado da história urbana do Brasil. No 8º ano, estudamos como africanos de origem muçulmana (malês), muitos deles alfabetizados em árabe, utilizaram sua religião e rede de solidariedade para planejar uma insurreição pela liberdade e contra a imposição do catolicismo.

Este tópico é fundamental na BNCC para abordar a resistência escrava e a diversidade cultural africana no Brasil. Analisamos como a alfabetização foi uma ferramenta de resistência e como o medo gerado por essa revolta levou a mudanças drásticas nas leis de controle sobre a população negra. O tema permite discutir intolerância religiosa e o papel da educação como forma de emancipação, conectando o passado com debates contemporâneos sobre racismo estrutural.

Ideias de aprendizagem ativa

Cuidado com estes equívocos

Equívoco comumTodos os africanos escravizados eram analfabetos.

O que ensinar em vez disso

Muitos malês eram mais instruídos que seus senhores, sabendo ler e escrever em árabe. Mostrar exemplos de manuscritos da época ajuda a quebrar esse preconceito colonialista.

Equívoco comumA revolta dos Malês queria acabar com a escravidão para todos.

O que ensinar em vez disso

O plano focava na libertação de africanos muçulmanos e negros nascidos na África, por vezes excluindo negros nascidos no Brasil (crioulos). Discutir essas divisões ajuda a entender a complexidade das identidades africanas no Brasil.

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Gere uma missão de aprendizagem ativa completa e pronta para a sala de aula em segundos.

Perguntas frequentes

Quem eram os Malês?
Eram africanos escravizados ou libertos, principalmente das etnias Nagô e Hauçá, que professavam a religião islâmica. O termo vem de 'imalê', que significa muçulmano em iorubá.
Quais eram os objetivos da revolta?
Os rebeldes buscavam a libertação dos escravizados de religião islâmica, o fim da imposição do catolicismo, o confisco de bens de brancos e mulatos e a criação de um reino muçulmano na Bahia.
Por que a revolta fracassou?
O plano foi denunciado às autoridades por uma mulher negra que ouviu sobre o levante. Isso permitiu que as forças policiais se preparassem e esmagassem a insurreição antes que ela ganhasse as ruas plenamente.
Como o aprendizado centrado no aluno ajuda a ensinar este tema?
Ao investigar os documentos e a cultura dos Malês, os alunos percebem a sofisticação intelectual e organizacional dos africanos. Isso combate estereótipos racistas e valoriza a história da resistência negra como um movimento consciente e planejado.

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