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Dança e Expressão Cultural
Linguagens e suas Tecnologias · 1ª Série EM · Corpo, Movimento e Sociedade · 5.º Período

Dança e Expressão Cultural

Análise da dança como linguagem que expressa a história, as lutas e a identidade de diferentes grupos sociais. Foco nas origens históricas das danças folclóricas e populares brasileiras.

Resumo:A dança é uma das linguagens mais antigas da humanidade, funcionando como um registro vivo da história, das lutas e da identidade de um povo. Neste tópico, focamos nas origens das danças populares brasileiras , como o samba, o frevo, o jongo e o carimbó , e como elas serviram como atos de resistência cultural contra o apagamento e a opressão. Analisamos como o corpo em movimento comunica tradições ancestrais e reivindica espaços de liberdade.

Habilidades BNCCEM13LGG501EM13LGG602

Sobre este tópico

A dança é uma das linguagens mais antigas da humanidade, funcionando como um registro vivo da história, das lutas e da identidade de um povo. Neste tópico, focamos nas origens das danças populares brasileiras , como o samba, o frevo, o jongo e o carimbó , e como elas serviram como atos de resistência cultural contra o apagamento e a opressão. Analisamos como o corpo em movimento comunica tradições ancestrais e reivindica espaços de liberdade.

Para o estudante, estudar a dança é compreender a história do Brasil através do movimento. Cada passo de uma dança folclórica carrega significados sociais e religiosos profundos. O tema ganha força quando os alunos podem não apenas ler sobre a dança, mas vivenciar seus ritmos e investigar as comunidades que mantêm essas tradições vivas, desenvolvendo respeito pela diversidade cultural e consciência corporal.

Perguntas-Chave

  1. Como a dança conta a história e as tradições de uma comunidade?
  2. Qual a origem histórica das principais danças populares brasileiras?
  3. De que forma a dança pode ser um ato de resistência cultural e política?

Cuidado com estes equívocos

Equívoco comumDanças folclóricas são apenas apresentações para turistas ou festas escolares.

O que ensinar em vez disso

As danças populares são manifestações profundas de identidade e espiritualidade de comunidades reais. Atividades de pesquisa sobre a origem das danças mostram que elas eram (e são) formas de manter viva a história de povos que foram silenciados.

Equívoco comumPara dançar, é preciso ter um 'corpo de bailarino' ou técnica profissional.

O que ensinar em vez disso

A dança cultural e popular é democrática e foca na expressão e na participação coletiva. Vivenciar essas danças na escola ajuda os alunos a perceberem que o movimento é um direito de todos e uma forma de comunicação acessível.

Ideias de aprendizagem ativa

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Perguntas frequentes

Como o samba se tornou um símbolo da identidade brasileira?
O samba nasceu nas comunidades negras como forma de resistência e celebração. Ao longo do século XX, ele foi oficializado e promovido pelo Estado como símbolo nacional para criar uma imagem de união e 'democracia racial', embora suas raízes continuem ligadas à luta contra a marginalização social.
Qual a origem histórica do frevo?
O frevo surgiu no Recife no final do século XIX, misturando marcha, maxixe e elementos da capoeira. Ele nasceu da rivalidade entre bandas militares e blocos populares; os passos de 'tesoura' e o uso do guarda-chuva eram, originalmente, táticas de defesa dos capoeiristas que protegiam os músicos.
O que são as 'danças de matriz africana'?
São danças que preservam tradições trazidas pelos povos escravizados, como o jongo, o maracatu e o tambor de crioula. Elas utilizam o ritmo dos tambores, a circularidade e a conexão com a terra para celebrar a ancestralidade, manter a coesão social e resistir à violência colonial.
Como as metodologias ativas beneficiam o ensino da dança na escola?
A dança é uma linguagem prática. Ao usar metodologias ativas, o aluno deixa de ser um espectador de vídeos e passa a sentir o ritmo e a história em seu próprio corpo. Isso gera uma compreensão muito mais profunda sobre diversidade e respeito cultural, além de promover a integração social e a desinibição dos estudantes.
Edited by Adriana Perusin, Editor-in-Chief, Flip Education