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Filosofia · 2ª Série EM

Ideias de aprendizagem ativa

Performance e Arte Conceitual: A Desmaterialização

Este tópico exige que os alunos experimentem a efemeridade e a desmaterialização, não apenas discutam. Ao criar performances ou analisar instruções conceituais, eles vivenciam na prática a centralidade da ideia sobre o objeto, o que solidifica a compreensão melhor do que qualquer explicação teórica.

Habilidades BNCCEM13LGG601EM13LGG604
30–50 minDuplas → Turma toda4 atividades

Atividade 01

Criação em Pares: Mini-Performance Efêmera

Em duplas, os alunos concebem uma performance de 2 minutos que explore um conceito filosófico, como identidade ou tempo. Eles ensaiam, apresentam para a classe e registram reflexões em vídeo curto. Discutem em grupo como a efemeridade afeta a recepção.

Diferencie a performance da arte conceitual e suas principais características.

Dica de FacilitaçãoNa Criação em Pares: Mini-Performance Efêmera, prepare um espaço com materiais simples como tecidos, giz ou objetos do cotidiano para incentivar a espontaneidade.

O que observarDivida a turma em dois grupos: um focado em performance, outro em arte conceitual. Peça a cada grupo para apresentar 3 características principais de seu movimento. Em seguida, lance a pergunta: 'Como a ideia de 'obra de arte' muda quando falamos desses movimentos em comparação com uma pintura tradicional?'

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Atividade 02

Aprendizagem Experiencial50 min · Pequenos grupos

Estações Rotativas: Análise Conceitual

Monte três estações: uma com exemplos de performances (vídeos de Marina Abramović), outra com textos conceituais (Sol LeWitt) e a terceira para esboços de ideias desmaterializadas. Grupos rotacionam a cada 10 minutos, anotando diferenças e questionamentos à materialidade.

Analise como esses movimentos questionam os conceitos tradicionais de obra de arte e autoria.

Dica de FacilitaçãoNas Estações Rotativas: Análise Conceitual, organize as estações com textos curtos, imagens e vídeos de até 2 minutos para manter o foco na reflexão.

O que observarEntregue a cada aluno um pequeno cartão. Peça que escrevam: 1) Uma palavra que define a arte conceitual para eles. 2) Uma ação que poderia ser uma performance. 3) Uma frase explicando por que a desmaterialização é importante na arte contemporânea.

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Atividade 03

Aprendizagem Experiencial40 min · Turma toda

Debate em Classe: Desmaterialização e Público

Divida a classe em defensores e críticos da desmaterialização. Cada lado prepara argumentos baseados em exemplos estudados, debate por 20 minutos e vota no impacto na relação artista-público. Registre conclusões no quadro.

Avalie o impacto da desmaterialização da arte na relação entre artista, obra e público.

Dica de FacilitaçãoNo Debate em Classe: Desmaterialização e Público, atribua papéis específicos (artista, público, crítico) para garantir que todos participem ativamente.

O que observarMostre aos alunos imagens ou vídeos curtos de exemplos de performance (ex: Yoko Ono) e arte conceitual (ex: Sol LeWitt). Peça que identifiquem qual movimento está representado e justifiquem brevemente sua escolha com base nas características estudadas.

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Atividade 04

Aprendizagem Experiencial30 min · Individual

Individual: Instruções Conceituais

Cada aluno escreve instruções para uma obra conceitual inexistente, como 'pense em uma cor ausente por 5 minutos'. Troquem e executem, refletindo em diário sobre a priorização da ideia sobre o objeto.

Diferencie a performance da arte conceitual e suas principais características.

Dica de FacilitaçãoNa atividade Individual: Instruções Conceituais, forneça exemplos de artistas como Yoko Ono e Sol LeWitt impressos para inspirar os alunos sem limitar sua criatividade.

O que observarDivida a turma em dois grupos: um focado em performance, outro em arte conceitual. Peça a cada grupo para apresentar 3 características principais de seu movimento. Em seguida, lance a pergunta: 'Como a ideia de 'obra de arte' muda quando falamos desses movimentos em comparação com uma pintura tradicional?'

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Algumas notas sobre ensinar esta unidade

Comece com atividades práticas para evitar que os alunos fiquem presos à teoria. Evite longas exposições sobre conceitos abstratos antes que eles tenham vivenciado a essência do tema. Pesquisas mostram que a aprendizagem ativa, especialmente em artes, aumenta a retenção quando os alunos criam e refletem em tempo real, não apenas ouvem ou leem.

Os alunos demonstram entender que a arte não precisa ser tangível para ser poderosa, identificando como a experiência e a concepção guiam a criação e a recepção das obras. Eles articulam essa compreensão ao comparar movimentos, criar propostas e defender argumentos em debates.


Cuidado com estes equívocos

  • Durante a Criação em Pares: Mini-Performance Efêmera, alguns alunos podem confundir performance com teatro tradicional.

    Use o momento de planejamento para destacar que a performance não exige ensaios ou personagens fictícios. Peça que anotem um objetivo simples (ex: 'chamar atenção para um som') e executem sem roteiro, comparando depois com apresentações teatrais.

  • Durante as Estações Rotativas: Análise Conceitual, alunos podem acreditar que arte conceitual dispensa técnica ou planejamento.

    Ao analisar instruções de artistas como Sol LeWitt, peça que identifiquem as etapas de criação (ex: 'desenhe um quadrado', 'repetir 3 vezes'). Em seguida, desafie-os a criar suas próprias instruções com pelo menos três passos claros.

  • Durante o Debate em Classe: Desmaterialização e Público, alunos podem pensar que a desmaterialização retira o artista da obra.

    Peça que defendam posições opostas: 'o artista some' vs. 'o artista se expande'. Use exemplos como as instruções de Yoko Ono, onde a autoria está na concepção, não na execução física.


Metodologias usadas neste resumo