Brasil · Habilidades BNCC
7º Ano História
Um estudo abrangente da transição do mundo medieval para a modernidade, com foco no Renascimento, na Reforma, nos reinos africanos e na formação do Brasil colonial.

01O Mundo Moderno e o Renascimento
Os alunos analisam a transição da Idade Média para a Idade Moderna, focando no humanismo, nas mudanças artísticas e nas inovações científicas.
Os alunos investigam as causas e consequências da crise do século XIV, incluindo a Peste Negra e as revoltas camponesas, e seu impacto no sistema feudal.
Os alunos examinam o crescimento das cidades medievais tardias, o desenvolvimento do comércio e o papel emergente da burguesia como nova classe social.
Os alunos exploram os princípios do humanismo, sua valorização do indivíduo e da razão, e sua ruptura com o teocentrismo medieval.
Os alunos identificam as características da arte renascentista, como perspectiva, realismo e proporção, e analisam obras de artistas como Leonardo da Vinci e Michelangelo.
Os alunos exploram a difusão do Renascimento para outras partes da Europa e analisam a contribuição de escritores como Shakespeare e Erasmo de Roterdã.
Os alunos estudam as teorias de Copérnico e Galileu, a transição do geocentrismo para o heliocentrismo e os conflitos com a Igreja.
Os alunos examinam o desenvolvimento do método científico por Bacon e Descartes e as inovações em áreas como a medicina e a física.
Os alunos analisam as críticas de Martinho Lutero à Igreja Católica, a doutrina da salvação pela fé e o impacto da Reforma na Alemanha.
Os alunos estudam as ideias de João Calvino, a doutrina da predestinação e a difusão do calvinismo pela Europa, incluindo a Inglaterra (Anglicanismo).
Os alunos examinam a resposta da Igreja Católica à Reforma Protestante, incluindo o Concílio de Trento, a Inquisição e a Companhia de Jesus.
Os alunos analisam o processo de centralização do poder monárquico e a formação dos Estados Nacionais na Europa, como França e Inglaterra.
Os alunos estudam as teorias que justificavam o poder absoluto dos reis (Bodin, Bossuet) e as práticas econômicas mercantilistas.

02Humanidades e Saberes da África e América
Um mergulho profundo nas complexas civilizações da África e das Américas pré-coloniais, desafiando narrativas eurocêntricas.
Os alunos exploram a formação e a organização do Império de Gana, seu papel no comércio transsaariano de ouro e sal.
Os alunos estudam o Império do Mali, a figura de Mansa Musa e a importância de Timbuktu como centro intelectual e religioso.
Os alunos investigam a estrutura política e social do Reino do Congo e os primeiros contatos com os portugueses.
Os alunos exploram a riqueza artística do Reino do Benim, com foco nos bronzes e marfins, e sua organização política.
Os alunos estudam as conquistas maias em matemática, astronomia e escrita, e as teorias sobre o declínio de suas cidades-estado clássicas.
Os alunos exploram a organização do Império Asteca, a cidade de Tenochtitlán, sua agricultura e hierarquia social.
Os alunos investigam a administração do vasto Império Inca (Tahuantinsuyo), suas técnicas agrícolas e o sistema de estradas.
Os alunos estudam civilizações andinas anteriores aos incas e o sistema de trabalho da 'mita' e sua evolução.
Os alunos exploram a diversidade cultural, linguística e social dos povos indígenas que habitavam o território brasileiro antes de 1500.
Os alunos investigam as cosmovisões dos povos indígenas brasileiros, sua relação com o sagrado e o meio ambiente.
Os alunos estudam as características das religiões tradicionais africanas, o conceito de ancestralidade e a relação com a natureza.
Os alunos comparam as diferentes formas de registro de conhecimento, como a escrita maia, os quipus incas e a tradição oral africana.

03A Expansão Marítima e o Encontro de Mundos
As motivações, tecnologias e consequências imediatas da expansão ultramarina europeia.
Os alunos analisam os fatores econômicos, políticos e religiosos que impulsionaram as Grandes Navegações europeias.
Os alunos estudam as inovações tecnológicas (caravela, bússola, astrolábio) que tornaram as viagens de longa distância possíveis.
Os alunos analisam a conquista de Ceuta (1415) como marco inicial e a progressão das navegações portuguesas pela costa africana.
Os alunos estudam a expedição de Cristóvão Colombo em 1492, sua chegada ao Caribe e as primeiras interações com os povos nativos.
Os alunos analisam o Tratado de Tordesilhas (1494) e a tentativa de Portugal e Espanha de dividir as terras recém-descobertas.
Os alunos estudam a expedição de Hernán Cortés e a queda do Império Asteca, analisando os fatores que contribuíram para a vitória espanhola.
Os alunos investigam a expedição de Francisco Pizarro e a queda do Império Inca, considerando a guerra civil e a superioridade bélica espanhola.
Os alunos analisam a expedição de Pedro Álvares Cabral em 1500, a chegada ao Brasil e as primeiras impressões registradas na Carta de Pero Vaz de Caminha.
Os alunos estudam o período entre 1500 e 1530, focado no extrativismo do pau-brasil e nas relações com os povos indígenas.
Os alunos analisam como os mapas europeus representavam o 'Novo Mundo', refletindo tanto o conhecimento quanto as fantasias da época.
Os alunos discutem as consequências do encontro entre europeus, africanos e americanos, incluindo o intercâmbio colombino e a violência da colonização.
Os alunos compreendem os princípios gerais do sistema colonial mercantilista e a relação metrópole-colônia.

04A Colonização da América Portuguesa
A construção administrativa e social do Brasil como colônia portuguesa.
Os alunos analisam o sistema de Capitanias Hereditárias, suas características, objetivos e as razões de seu fracasso generalizado.
Os alunos estudam a criação do Governo-Geral em 1548, a fundação de Salvador e a tentativa de centralizar a administração colonial.
Os alunos investigam a produção de açúcar como base econômica da colônia, a estrutura do engenho e a sociedade açucareira.
Os alunos estudam a utilização da mão de obra indígena escravizada no início da colonização e as razões para sua substituição pela africana.
Os alunos exploram o papel da Companhia de Jesus na catequese dos povos indígenas, a criação das Missões e o impacto cultural.
Os alunos estudam as tentativas de colonização francesa no Brasil, como a França Antártica (Rio de Janeiro) e a França Equinocial (Maranhão).
Os alunos investigam as invasões holandesas em Salvador e Pernambuco, a Companhia das Índias Ocidentais e o governo de Maurício de Nassau.
Os alunos estudam a Restauração Portuguesa (1640) e a Insurreição Pernambucana que culminou na expulsão dos holandeses do Brasil.
Os alunos analisam o período da União Ibérica (1580-1640), a união das coroas de Portugal e Espanha e seus impactos na colônia brasileira.
Os alunos investigam a hierarquia social da sociedade açucareira, a vida na Casa Grande e na senzala, e o papel da mulher.
Os alunos exploram o desenvolvimento das poucas cidades coloniais, suas funções administrativas e comerciais, e a vida urbana.
Os alunos estudam o movimento bandeirante, suas motivações (caça ao indígena, busca por ouro) e o impacto na expansão das fronteiras coloniais.

05Escravidão e Resistência na América Portuguesa
O tráfico transatlântico de escravizados e as diversas formas de resistência e preservação cultural dos africanos escravizados.
Os alunos analisam a organização do tráfico negreiro, a 'Passagem do Meio' e o impacto demográfico e social na África e no Brasil.
Os alunos estudam as diferentes regiões da África de onde vieram os escravizados e a diversidade étnica e cultural trazida ao Brasil.
Os alunos investigam as condições de vida e trabalho dos escravizados nos engenhos de açúcar, as punições e as formas de controle.
Os alunos estudam a escravidão nas cidades, o papel dos 'escravos de ganho' e as possibilidades de alforria.
Os alunos exploram a formação e organização dos quilombos como comunidades de resistência e refúgio para escravizados fugidos.
Os alunos estudam a figura de Zumbi dos Palmares e a história do Quilombo dos Palmares como o maior e mais duradouro quilombo do Brasil.
Os alunos investigam o sincretismo religioso (candomblé, umbanda) e outras manifestações culturais africanas que sobreviveram e se transformaram no Brasil.
Os alunos estudam a capoeira como forma de resistência cultural e física, além de outras manifestações de resistência individual e coletiva.
Os alunos identificam e analisam as influências linguísticas africanas presentes no português falado no Brasil.
Os alunos estudam as pressões internacionais, especialmente da Inglaterra, pelo fim do tráfico transatlântico de escravizados.