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Ciências · 9º Ano

Ideias de aprendizagem ativa

Ligações Químicas: Iônicas e Covalentes

A aprendizagem ativa funciona especialmente bem neste tópico porque os alunos precisam conectar conceitos abstratos de estrutura atômica a fenômenos observáveis, como condutividade e solubilidade. Trabalhar com modelos tridimensionais e experimentos práticos torna tangível o que acontece em nível microscópico, facilitando a construção de modelos mentais mais precisos.

Habilidades BNCCEF09CI03
30–45 minDuplas → Turma toda4 atividades

Atividade 01

Mapa Conceitual30 min · Duplas

Modelagem: Construção de Ligação Iônica

Forneça bolinhas de isopor coloridas para representar cátions e ânions, e palitos para ligações. Os pares montam modelos de NaCl e MgO, rotulando cargas e elétrons transferidos. Discutem diferenças em propriedades como fragilidade.

Diferencie as ligações iônicas das covalentes, destacando suas características.

Dica de FacilitaçãoNa atividade de modelagem, circule entre os grupos para garantir que os alunos usem a tabela periódica corretamente ao atribuir cargas aos íons.

O que observarEntregue aos alunos cartões com fórmulas químicas de substâncias (ex: NaCl, H2O, CO2, MgO). Peça para identificarem o tipo de ligação predominante (iônica ou covalente) e justificarem brevemente com base nos elementos presentes e suas posições na tabela periódica.

CompreenderAnalisarCriarAutoconsciênciaAutogestão
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Atividade 02

Mapa Conceitual45 min · Pequenos grupos

Estação: Teste de Condutividade

Prepare estações com soluções de NaCl (iônica), açúcar (covalente molecular) e ácido clorídrico (covalente polar). Grupos testam condutividade com lâmpadas e pilhas, registrando resultados e explicando com base no tipo de ligação.

Explique como a eletronegatividade influencia o tipo de ligação química formada.

Dica de FacilitaçãoDurante o teste de condutividade, peça aos alunos que registrem observações em uma tabela comparativa para facilitar a discussão posterior.

O que observarApresente uma tabela com propriedades físicas (ex: alto ponto de fusão, insolúvel em água, conduz eletricidade quando fundido; baixo ponto de fusão, solúvel em água, não conduz eletricidade). Peça aos alunos para associarem cada conjunto de propriedades a um tipo de ligação (iônica ou covalente) e darem um exemplo de substância.

CompreenderAnalisarCriarAutoconsciênciaAutogestão
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Atividade 03

Análise de Estudo de Caso40 min · Pequenos grupos

Análise de Estudo de Caso: Propriedades de Substâncias

Distribua amostras como sal, açúcar e iodo. Alunos observam aparência, solubilidade e ponto de fusão aproximado com aquecimento controlado, inferindo tipos de ligação e justificando com eletronegatividade.

Analise a relação entre o tipo de ligação e as propriedades físicas das substâncias.

Dica de FacilitaçãoNa estação de análise de propriedades, forneça amostras de substâncias diferentes em recipientes transparentes para que os alunos possam observar características como brilho e textura antes dos testes.

O que observarInicie um debate: 'Por que o diamante, formado apenas por átomos de carbono (ligação covalente), é extremamente duro e tem alto ponto de fusão, enquanto o gás metano (CH4), também com ligações covalentes, é volátil e tem baixo ponto de ebulição?'. Guie a discussão para a diferença entre redes cristalinas e moléculas discretas.

AnalisarAvaliarCriarTomada de DecisãoAutogestão
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Atividade 04

Jogo de Simulação35 min · Duplas

Jogo de Simulação: Eletronegatividade

Use tabela periódica impressa para pares calcularem diferença de eletronegatividade e preverem tipo de ligação em compostos como HCl e CaO. Grupos apresentam previsões e verificam com dados reais.

Diferencie as ligações iônicas das covalentes, destacando suas características.

Dica de FacilitaçãoNa simulação de eletronegatividade, incentive os alunos a testar várias combinações de átomos para que observem padrões na formação de ligações.

O que observarEntregue aos alunos cartões com fórmulas químicas de substâncias (ex: NaCl, H2O, CO2, MgO). Peça para identificarem o tipo de ligação predominante (iônica ou covalente) e justificarem brevemente com base nos elementos presentes e suas posições na tabela periódica.

AplicarAnalisarAvaliarCriarConsciência SocialTomada de Decisão
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Algumas notas sobre ensinar esta unidade

Comece com a modelagem para construir uma base concreta, pois os alunos muitas vezes confundem transferência e compartilhamento de elétrons. Use a tabela periódica como ferramenta constante, destacando a relação entre posição dos elementos e tipo de ligação. Evite começar com definições abstratas; prefira exemplos do cotidiano, como o sal de cozinha para ligações iônicas ou a água para covalentes polares.

Ao final das atividades, os alunos devem conseguir prever o tipo de ligação química com base nos elementos envolvidos, justificar suas escolhas usando a tabela periódica e propriedades observadas, e diferenciar ligações iônicas de covalentes por meio de evidências experimentais e teóricas.


Cuidado com estes equívocos

  • Durante a atividade de Modelagem: Construção de Ligação Iônica, alunos podem pensar que ligações iônicas ocorrem só entre metais.

    Durante a Modelagem, peça aos alunos que classifiquem os elementos usados como metal ou ametal antes de formar os íons. Depois, questione: 'Se usássemos dois ametais, como o carbono e o oxigênio, ainda teríamos uma ligação iônica?' Use a tabela periódica para reforçar que a combinação metal-ametal é necessária.

  • Durante a estação de Teste de Condutividade, alunos podem acreditar que todas as substâncias covalentes não conduzem eletricidade.

    Durante o Teste de Condutividade, inclua uma solução de açúcar em água e outra de sal em água. Pergunte: 'Por que o sal conduz e o açúcar não?' Isso ajuda a corrigir a ideia de que 'tudo covalente não conduz', destacando a diferença entre moléculas polares dissolvidas e íons livres.

  • Durante a Análise de Propriedades de Substâncias, alunos podem pensar que o número de átomos determina as propriedades.

    Durante a Análise, peça aos alunos que comparem o NaCl e o MgO, ambos com dois átomos, mas com propriedades muito diferentes. Pergunte: 'Se o número de átomos fosse a chave, por que esses dois compostos têm pontos de fusão tão distintos?' Isso direciona a atenção para o tipo de ligação.


Metodologias usadas neste resumo