Created by Marina Santos

Materiais necessários
Espaço Necessário
Grupos organizados em mesas com acesso a materiais de investigação
Disposição do espaço
4 grupos de 5 alunos. As mesas devem estar agrupadas para formar ilhas de trabalho. No centro de cada ilha, o Dossier de Problemas está virado para baixo.
Posição do professor
O professor circula entre as ilhas, mas mantém-se em pé na periferia durante a fase de análise para observar a dinâmica sem intervir prematuramente.
Preparar antes da chegada dos alunos
Os alunos são introduzidos ao problema da justiça social, questionando como os bens e encargos devem ser distribuídos numa sociedade.
Os grupos recebem um problema complexo e mal estruturado, sem uma única resposta correta. Devem definir o problema, identificar o que precisam de saber, investigar e recolher informação, desenvolver possíveis soluções e apresentar o seu raciocínio. A natureza ambígua do problema reflete os desafios do mundo real e desenvolve a resiliência e o pensamento analítico.
Saiba mais sobre esta metodologiaIntervalo de Tempo
35-60 min
Tamanho do Grupo
12-32
Espaço Necessário
Grupos organizados em mesas com acesso a materiais de investigação
Nível de Bloom
Analisar, Avaliar, Criar
Momento de energia máxima
O momento em que os alunos recebem o 'Desafio de Extensão' (O Dilema do Sofista). Eles acharão que já resolveram a 'sociedade perfeita' com os 3 casos, e de repente o professor introduz um paradoxo que faz ruir a lógica anterior. É o momento do 'E agora?'.
A surpresa
A introdução do 'Véu da Ignorância' a meio do Caso 2. Quando os alunos estão a defender o mérito dos engenheiros, o professor obriga-os a sortear uma carta que pode torná-los agricultores doentes, forçando uma inversão imediata de perspetiva.
O que esperar
Haverá exclamações de frustração positiva ('Ah, assim não vale!'), seguidas de risos e debates muito mais acesos. O som da sala será de negociação intensa, quase como um mercado de ideias.