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Portugal · Aprendizagens Essenciais

10° Ano Português 10: Identidades, Memória e Expressão Literária

Este curso explora a evolução da língua e literatura portuguesas desde as origens medievais até ao século XVII. Foca-se no desenvolvimento da competência crítica, na análise de textos canónicos e no aperfeiçoamento da expressão escrita e oral.

6 unidades·46 tópicos·Idades 15-16

01A Poesia dos Trovadores e a Identidade Medieval

7 tópicos·1o Periodo

Estudo das cantigas de amigo, de amor e de escárnio e maldizer no contexto da corte medieval.

Contexto Histórico e Social da Poesia Trovadoresca

Os alunos exploram o ambiente cultural e social das cortes medievais ibéricas que propiciaram o surgimento da poesia trovadoresca.

Galeria de ExposiçãoMapeamento Concetual
A Voz Feminina na Cantiga de Amigo

Análise da representação do sentimento amoroso e da natureza através da voz feminina criada por trovadores masculinos.

Role PlayAnálise de Estudo de CasoPensar-Partilhar-Apresentar
O Amor Cortês e a Cantiga de Amor

Exploração das convenções do amor cortês nas cantigas de amor, identificando o papel do trovador e da 'senhor'.

Seminário SocráticoMétodo Jigsaw
A Sátira Social nas Cantigas de Escárnio e Maldizer

Estudo da crítica social e moral nas cantigas de escárnio e maldizer, analisando os alvos e os recursos retóricos.

Debate FormalMistério Documental
Recursos Estilísticos e Temáticos Trovadorescos

Identificação e análise dos principais recursos estilísticos (paralelismo, refrão) e temáticos (natureza, amor, crítica) presentes nas cantigas.

Conversa de GizPensamento Hexagonal
A Língua Galego-Portuguesa e a sua Evolução

Estudo das características do galego-português como língua da poesia trovadoresca e sua evolução para o português.

Painel de EspecialistasMapeamento Concetual
A Transição da Idade Média para o Renascimento

Os alunos exploram as mudanças sociais, culturais e intelectuais que marcaram o fim da Idade Média e o início do Renascimento em Portugal.

Desafio da Linha do TempoWorld Café

02A Crónica de D. João I de Fernão Lopes

7 tópicos·1o Periodo

Análise da historiografia como narrativa literária e a afirmação da consciência nacional.

Fernão Lopes: O Cronista e o seu Tempo

Estudo da figura de Fernão Lopes como guarda-mor da Torre do Tombo e da sua inovação na escrita da história.

Painel de EspecialistasMistério Documental
A Crise de 1383-1385: Contexto e Personagens

Análise dos eventos que levaram à crise dinástica e à ascensão de D. João I, focando nos principais intervenientes.

Desafio da Linha do TempoRole Play
O Ator Coletivo: O Arraia-miúda

Estudo da importância do povo na defesa da independência nacional durante a crise de 1383-1385.

Análise de Estudo de CasoGaleria de ExposiçãoEstratégia RAFT
Linguagem e Estilo na Crónica Lopiana

Análise dos recursos expressivos e da estrutura narrativa das passagens selecionadas.

Conversa de GizDiscussão em Aquário
A Construção da Imagem de D. João I

Análise da forma como Fernão Lopes constrói a figura do Mestre de Avis, futuro D. João I, como líder e herói nacional.

Seminário SocráticoCadeiras Filosóficas
O Cerco de Lisboa: Realismo e Emoção

Estudo das descrições do cerco de Lisboa, focando no realismo das cenas e na expressão das emoções humanas.

Exposição de MuseuMural de Graffiti
A Afirmação da Consciência Nacional

Reflexão sobre como a Crónica de D. João I contribui para a construção de uma identidade e consciência nacional portuguesa.

Assembleia MunicipalResolução Colaborativa de Problemas

03O Teatro de Gil Vicente: O Auto da Barca do Inferno

8 tópicos·2o Periodo

Exploração da sátira social e moral no teatro renascentista português.

Gil Vicente e o Contexto do Teatro Português

Estudo da vida e obra de Gil Vicente, enquadrando-o no panorama do teatro europeu e português do século XVI.

Painel de EspecialistasDesafio da Linha do Tempo
Estrutura e Intenção do Auto da Barca do Inferno

Análise da estrutura alegórica do Auto, identificando a sua função moral e satírica.

Mapeamento ConcetualMétodo Jigsaw
Tipificação e Alegoria no Cais

Análise das personagens como representantes de grupos sociais e vícios humanos.

Role PlayCadeira QuenteGaleria de Exposição
A Dimensão Cómica e a Crítica Social

Estudo dos processos do cómico e da atualidade das críticas vicentinas.

Debate FormalGuarda a Última Palavra
Análise de Personagens: O Fidalgo e o Onzeneiro

Estudo aprofundado das personagens do Fidalgo e do Onzeneiro, identificando os seus pecados e o seu destino.

Análise de Estudo de CasoPensar-Partilhar-Apresentar
Análise de Personagens: O Frade e a Alcoviteira

Estudo aprofundado das personagens do Frade e da Alcoviteira, identificando os seus pecados e o seu destino.

Role PlaySeminário Socrático
Análise de Personagens: O Judeu e o Corregedor

Estudo aprofundado das personagens do Judeu e do Corregedor, identificando os seus pecados e o seu destino.

Simulação de JulgamentoCadeiras Filosóficas
A Linguagem Vicentina: Arcaísmos e Expressividade

Análise da linguagem utilizada por Gil Vicente, com foco nos arcaísmos, provérbios e na expressividade do diálogo.

Conversa de GizMural de Graffiti

04Luís de Camões: A Lírica e o Desconcerto do Mundo

7 tópicos·2o Periodo

Análise da poesia petrarquista e da reflexão existencial camoniana.

O Renascimento em Portugal e a Poesia Lírica

Estudo do contexto do Renascimento português e da sua influência na poesia lírica, com foco na introdução de novas formas e temas.

Desafio da Linha do TempoMapeamento Concetual
A Representação da Mulher e do Amor

Estudo do soneto camoniano, a influência de Petrarca e a idealização amorosa.

Mapeamento ConcetualPensar-Partilhar-ApresentarGaleria de Exposição
O Tema da Mudança e do Desconcerto

Reflexão sobre a instabilidade da vida e a injustiça do destino na poesia de Camões.

Seminário SocráticoCadeiras Filosóficas
A Natureza na Lírica Camoniana

Análise da representação da natureza como cenário do amor, espelho dos sentimentos e símbolo da passagem do tempo.

Galeria de ExposiçãoPensamento Hexagonal
Recursos Estilísticos na Lírica de Camões

Identificação e análise dos principais recursos estilísticos (metáfora, antítese, paradoxo, hipérbole) na poesia camoniana.

Conversa de GizMapeamento Concetual
A Reflexão sobre a Vida e a Morte

Estudo da temática da efemeridade da vida, da passagem do tempo (fugit irreparabile tempus) e da inevitabilidade da morte na lírica camoniana.

Seminário SocráticoCadeiras Filosóficas
A Medida Nova e a Medida Velha

Comparação entre as formas poéticas da medida nova (soneto, oitava) e da medida velha (redondilha), e a sua utilização por Camões.

Método JigsawEnsino pelos Pares

05A Epopeia d'Os Lusíadas

10 tópicos·3o Periodo

Estudo da grande epopeia portuguesa, focando a viagem, o herói e a mitologia.

A Epopeia Clássica e a Epopeia Renascentista

Estudo das características da epopeia clássica (Homero, Virgílio) e da sua reinterpretação no Renascimento, com foco em Os Lusíadas.

Painel de EspecialistasMapeamento Concetual
O Herói Coletivo e a Estrutura da Obra

Análise das quatro partes da epopeia e da definição do herói lusitano.

Método JigsawDesafio da Linha do TempoPainel de Especialistas
O Plano da Viagem: A Partida do Restelo

Análise do episódio da Partida do Restelo, focando nos presságios, nos sentimentos dos portugueses e na figura do Velho do Restelo.

Seminário SocráticoRole Play
O Imaginário Épico: O Adamastor

Análise do episódio do Adamastor como símbolo dos perigos e da superação humana.

Role PlayGaleria de Exposição
O Plano dos Deuses: Intervenção Divina

Estudo da intervenção dos deuses clássicos (Vénus, Baco, Júpiter) no destino dos portugueses e na sua simbologia.

Debate FormalPainel de Especialistas
O Plano da História de Portugal: Inês de Castro

Análise do episódio de Inês de Castro como exemplo da dimensão lírica e trágica da história de Portugal na epopeia.

Análise de Estudo de CasoEstratégia RAFT
O Plano da História de Portugal: O Consílio dos Deuses

Estudo do Consílio dos Deuses, onde se decide o destino da armada portuguesa, e a sua importância para a narrativa.

Simulação de JulgamentoSeminário Socrático
A Ilha dos Amores: Recompensa e Crítica

Análise do episódio da Ilha dos Amores como recompensa dos heróis e como espaço de reflexão sobre o amor e a glória.

Cadeiras FilosóficasMapeamento Concetual
A Linguagem e Estilo d'Os Lusíadas

Estudo dos recursos estilísticos (hipérbole, perífrase, apóstrofe) e da linguagem grandiosa e erudita da epopeia.

Conversa de GizPensamento Hexagonal
A Mensagem Final e o Desengano de Camões

Análise das estâncias finais d'Os Lusíadas, onde Camões expressa o seu desengano e a sua crítica à pátria.

Seminário SocráticoEstratégia RAFT

06A Retórica e a Persuasão no Padre António Vieira

7 tópicos·3o Periodo

Estudo do Sermão de Santo António aos Peixes e a arte da argumentação barroca.

O Barroco em Portugal e a Oratória Sacra

Estudo do contexto do Barroco em Portugal, com foco na oratória sacra e na figura do Padre António Vieira.

Desafio da Linha do TempoPainel de Especialistas
A Alegoria dos Peixes

Análise da estrutura argumentativa e do uso da alegoria para criticar os homens.

Análise de Estudo de CasoMapeamento ConcetualDebate Formal
A Arte de Pregar e Convencer

Estudo dos recursos retóricos barrocos e da eficácia do discurso de Vieira.

Conferência de ImprensaSeminário Socrático
Louvores aos Peixes: Virtudes e Exemplos

Análise dos louvores que Vieira dirige aos peixes, identificando as virtudes que estes representam e os exemplos bíblicos associados.

Método JigsawPensar-Partilhar-Apresentar
Repreensões aos Peixes: Vícios e Críticas Sociais

Estudo das repreensões que Vieira dirige aos peixes, identificando os vícios humanos que estes simbolizam e as críticas sociais implícitas.

Debate FormalCadeiras Filosóficas
A Linguagem Barroca: Antítese e Paradoxo

Análise dos recursos estilísticos barrocos, como a antítese, o paradoxo e a hipérbole, na construção do discurso de Vieira.

Conversa de GizMapeamento Concetual
A Atualidade da Mensagem de Vieira

Reflexão sobre a atualidade das críticas e da mensagem moral do Sermão de Santo António aos Peixes para a sociedade contemporânea.

Assembleia MunicipalResolução Colaborativa de Problemas